A volta por cima!

Fevereiro 25, 2008

O ser humano aprende com derrotas. Quem nunca perdeu e deu a volta por cima e depois se tornou alguém muito mais forte? Acontece com todos, e aconteceu em um momento ruim.

O Churrascaria perdeu os dois jogos da final. Teve um adversário forte pela frente. Talvez aquela não fosse a hora de vencer, de ser campeão. Era o que todo mundo queria, e seria fantástico, a premiação pelos investimentos e pela estrutura. O clube deveria limpar a poeira e aprender com aquela derrota. Entrou em outro Torneio Início. Era uma situação ruim. Era difícil acreditar numa reação. Fez tudo certo, sem nenhuma derrota, apenas um empate! Talvez não fosse bom ser assim, talvez fosse melhor “sofrer” mais, estar em algumas situações adversas para chegar numa final mais maduro.

Na estréia, fora de casa, deu 0×0 contra o “Atletico Mneiro” e eu não errei, é Mneiro mesmo. Um time apático, mas que segurou bem e conseguiu um ponto valioso fora da Churrasqueira. Tudo que a equipe pedia era uma boa recepção na Churrasqueira. A verba para a Alma Churrasqueira aumentou em 20%, fazendo esta crescer ainda mais. Mesmo sem o título, aquele vice dobrara os sócios do clube, premiara com um dinheiro razoável e dera mais pontos no ranking. Tudo seria em maior quantidade se viesse a taça, mas nem tudo é perfeito, e deveriam se satisfazer com aquilo.

445 pessoas presenciaram o jogo contra o “xinssero”. No primeiro minuto, Juliano Ademar foi lançado e marcou o gol da vitória. Um jogo sem preocupações defensivas, o adversário não chutou nenhuma vez a gol, enquanto o Churrascaria chutou 7. Soberano no meio campo, trocou vários passes procurando fazer passar o tempo. Era óbvio que faltava algo aquele time. Não era o mesmo time do outro Torneio Início, talvez ainda estivessem um pouco decepcionados. Mas com aquela dificuldade técnica, cresceu o esforço, a raça da equipe. 1×0, placar magro, jogo em que o meio campo do Churrascaria trocou muitos passes e soube matar o tempo. Certo! Não podiam se arriscar, era Torneio Início, deviam ganhar e somente isso, um futebol de resultado. O próximo jogo era contra o Colibris 3, time com tradição e que poderia dificultar o time na Churrasqueira.

Engano. O time entrou diferente. 463 torcedores deram um show do início ao fim. O Colibris 3 não passava da intermediária sequer. Pressão total. Até os 17 minutos foi segurada, mas depois não teve jeito. Trajano Anibal abriu o placar. 5 minutos depois, Neilson William ampliou. Aos 32, Trajano Anibal fez o seu segundo no jogo e o terceiro do Churrascaria. Na volta para o segundo tempo não mudou nada. Pressão do Churrascaria, e aos 65, 73, 77 e 83 Neilson William marcou e com um 7×0 em que o Colibris 3 não chutou nenhuma vez a gol, a torcida comemorou e saiu satisfeita com o time. Fim do 1º turno, mais uma vitória em casa e a classificação estaria encaminhada. O próximo jogo era contra o mesmo Colibris 3, mas fora de casa. É o Churrascaria dando a volta por cima!

Tá chegando a hora!

Fevereiro 7, 2008

Segundo jogo da semi-final do Torneio Início 16457. Play Off’s sempre são muito bons de se ver, já que qualquer erro resulta na desclassificação, e por isso a aplicação é total. 373 pessoas compareciam a Churrasqueira para apoiar o Churrascaria Futebol Clube na batalha contra o Boca Football Club. No 1º jogo, uma vitória sofrida, por 1×0, mas que era de extrema importância.

O jogo começou muito bom para o Churrascaria. Pressão total, a vontade era de ir para cima e fazer um gol logo no começo para melhorar a situação. A torcida fazia a festa quando viu Juliano Ademar tocar bem para Máximo Gumersindo chutar com jeito, um chute de 9.40 metros. GOL! O placar estava aberto logo aos 4 minutos. Aquele gol dava a tranquilidade que o Churrascaria precisava para ir a final. O Boca, desolado, não teve forças para reagir, e com isso o Churrascaria foi para cima. Aos 26 minutos, numa boa tabela, Juliano Ademar recebeu bastante próximo do gol, a 4.60 metros, e tocou na saída do goleiro. GOL!!! O Churrascaria ampliava o placar, aqueles 2×0 praticamente fechavam o caixão do Boca. O restante do 1º tempo não teve muitas emoções, mas era verdade que o Boca não parecia ter forças.

No 2º tempo, não pareceu mudar muito. O Boca errava MUITOS passes, e possibilitava o Churrascaria de atacar e matar o tempo. Trocando passes, envolvia o adversário, que quando desarmava, errava na armação e dava uma nova oportunidade ao CFC. Calma, a equipe jogava bem, agora era certeza: o Churrascaria Futebol Clube estava na final. E se confirmou quando Lucas Altaíde apitou o fim da partida. Muita festa, mas que não duraria muito. A final estava por vir, a grande decisão. Todos do CFC queriam um show, tanto jogadores como torcedores. Mas apenas o da torcida era confirmado. Era decisão, onde apenas a obediência tática e a qualidade não serviam. Era necessário o time unir a raça com os atributos anteriores. O adversário era o Show Bol Futebol Clube. O Churrascaria conseguirá manter a invencibilidade e sagrar-se campeão?

Luta contra a tradição!

Fevereiro 5, 2008

Era parada dura. O Churrascaria F.C até La Bocanegra enfrentar o Boca Football Club. O clube? Desde Setembro de 2007 jogando, entre os 5.000 do ranking, era o adversário mais difícil até aquele momento, o de maior tradição. Alguns diziam que os dias de invencibilidade do Churrascaria estavam contados. O público de 542 pessoas ressaltou isso.

Ao apito de Lucas Altaide, a bola rolou. Era sem dúvida o melhor jogo de todo aquele Torneio Início 16457. A bola rolava com qualidade, a marcação era eficiente e conseguia logo sair para os contra-ataques. Os times iam e voltavam sem parar, o Boca com jogadores melhores e mais experientes, o Churrascaria com a raça e a coletividade. Os chutes a gol estavam empatados, assim como a posse de bola. Todas as estatísticas pareciam levar o jogo a um empate. E o primeiro tempo terminou assim: 0×0. E o Churrascaria, como estava? Satisfeito! Não por estar pensando como time pequeno, mas sim pelo fato de que aquele 0×0 esfriava a torcida, e aos poucos tornava o campo mais neutro.

O 2º tempo voltou mostrando isso. A torcida calada, o jogo era cada vez mais parelho, e a posse de bola começava a aumentar para o Churrascaria, mas bem pouco. O Boca desarmava mais, mas o Churrascaria trocava mais passes, e conseguia acertar estes com maior frequência. Tudo indicava que terminaria 0×0 e tudo ficaria para o próximo jogo, na Churrasqueira. Porém, chegou o momento em que o Boca armou uma bela jogada. Com um belo passe, o centro avante do Boca estava livre para marcar, o goleiro tentando se recuperar. O centro avante bateu forte. Quando parecia que a bola ia entrar, surge o goleiro do Churrascaria, que em um milagre, salvou aquele canhão do Boca. Mas havia apenas espalmado, a bola ainda parecia entrar… Mas não aconteceu. Bateu na trave, e na sobra, Juliano Ademar, ajudando a defesa, afastou. A torcida foi incendiada, e parecia que desencadeariam uma pressão infernal. Um cabeceio do Boca foi pra fora. O Churrascaria se acalmou, deixava o tempo passar. Ainda tinha a posse da bola, e aos poucos chegava ao ataque. Numa jogada em que Neilson William driblou dois, tocou para Juliano Ademar. Ele dominou, girou, e mandou a bomba. GOOOOOOOOOOOOOOL!!! O Churrascaria estava vencendo o Boca Football Club em La Bocanegra, aos 82 minutos com um chute de 11.60 metros.

O tempo passou e o jogo terminou. FESTA! Agora iam com tudo para a Churrasqueira, tentar manter a invencibilidade e ir para a grande final.

Modernização no CT!!!

Fevereiro 3, 2008

A estrutura do Losers não para de melhorar. E o foco do clube é ter o melhor CT possível. É claro que ainda falta muito, mas é impressionante o que o Churrascaria vem fazendo. Se em uma semana já estava com um CT de nível 2 em obras, em menos de 20 dias já está começando as obras para o CT de nível 3. Com ajuda de investidores que patrocinaram a equipe, o clube conseguiu mais essa conquista. Agradecimentos a Alvinho, que patrocina oficial e esportivamente o clube, e foi esta que permitiu esse degrau que o Churrascaria Futebol Clube subiu.

Agora poderão ter 4 juniores treinando no CT, e outros 6 garotos na peneira. Sem contar nos treinadores melhores que agora poderão vir para dar a todos um treinamento de primeira classe.

Festa na Churrasqueira!

Fevereiro 2, 2008

O Churrascaria ia para o jogo tranquilo. sabendo que poderia perder por até 1 gol de diferença. Mas pretendia vencer aquele jogo, como qualquer outro. Com o record de público da Churrasqueira, 214 pagantes, o jogo começou com a torcida apoiando o time sem parar.

O que aconteceu foi que o jogo perdeu em emoções. De um lado, um Churrascaria Futebol Clube trocando passes com qualidade e fazendo passar o tempo. Do outro, um Bigua Atlético Clube ofensivo e determinado a tentar o crime de golear o Churrascaria na Churrasqueira e terminar a sua invencilidade, e eliminar este do Torneio Início. Mas essa determinação deu lugar a um time afoito, sempre buscando o ataque de qualquer maneira, sem antes pensar na melhor opção, um time nervoso. Exatamente o que todos queriam, e aos poucos o BAC entrou na roda, e com bons passes, o Churrascaria ia avançando aos poucos. O goleiro do time mandante pouco havia trabalhado. Já o adversário, começou a trabalhar mais. Com boas jogadas, o CFC chegava ao ataque com qualidade. Mas o 1º tempo terminou empatado em 0×0, resultado que alegrava a Alma Assadora, torcida fanática do clube.

Na volta para a etapa complementar, parecia que o BAC faria os três gols e eliminaria o CFC. Com jogadas rápidas, chegava com facilidade a frente, mas errava o último passe. E depois de um chute forte, o primeiro, defendido pelo goleiro, este lançou a bola para longe. Com uma jogada rápida de contra-ataque, Juliano Ademar, o artilheiro, recebeu na entrada da área. Avançou, passou por um, já havia dado o toque para passar pelo segundo e chutar quando foi derrubado. PÊNALTI! A torcida entra em delírio, gritava o nome do ídolo Juliano Ademar. E foi este que foi para a cobrança. Com calma, este posicionou a bola e tomou boa distância. Correu, e com a perna esquerda, a boa, chutou no canto direito do goleiro, rasteira, sem chances para goleiro nenhum. Torcida descontrolada, 1×0, logo aos 3 minutos da etapa complementar.

Foi o suficiente para o BAC se desmotivar. Sabiam que naquele momento era praticamente impossível uma virada, que seria histórica. O Churrascaria manteve-se superior e com a posse de bola maior, chegou ao ataque com mais facilidade. O tempo passava e a animação era maior ainda. Ao apito final de João Furtado, o time comemorou a classificação para as semi-finais. Além disso, o clube ganhava pontos no Ranking Geral e mais 1.25 milhões para o caixa, que não saciava a fome, pelo contrário, aumentava o apetite. O Churrascaria quer mais, quer o título!!! Mas é impossível negar que 1.25 milhões era uma quantia muito boa e que rechearia os cofres do clube, que já planeja uma nova modernização.